Pausar, desacelerar também é autocuidado
- Emilyn Mendes Rosa
- 22 de fev. de 2025
- 2 min de leitura

Vivemos em uma sociedade cada vez mais turbulenta, temos acesso a informação que quisermos na palma de nossa mão na velocidade da luz. Conseguimos nos conectar com uma pessoa que está do outro lado do mundo e muitas vezes mal olhamos para a pessoa que está do nosso lado para dar um bom dia, ou saber genuinamente como ela está. Na rotina do trabalho somos cobrados por produtividade, agilidade na entrega de resultados e esse ritmo frenético parece nunca desacelerar.
Se você é mulher, dobre ou triplique essa carga de cobranças externas, pois ainda temos a jornada dupla como mães, donas de casa. Como se não bastasse a cobrança externa da sociedade, temos nossa cobrança interna que nos diz que temos que dar conta de tudo e sermos perfeitas naquilo que realizamos, afinal, também somos fruto de uma sociedade machista que nos criou para ser assim.
Deixa eu te contar uma coisa, não temos que dar conta de tudo não! Não temos que ser perfeitas em tudo o que realizamos porque somos humanas e são justamente nossas falhas e vulnerabilidades que nos lembram disso.
No meio desse turbilhão de acontecimentos que é a rotina do nosso dia-a-dia, tirar um tempo para si, desacelerar e investir em momentos de descanso e reflexão é primordial para manter nossa saúde mental. Cada pessoa sabe o que lhe faz bem e quais atividades podem contribuir para um maior bem estar. Pode ser dar uma caminhada ao ar livre, tirar um tempo para ler um livro, tomar um café ou um chá sozinha ou acompanhada daquela pessoa que lhe faz bem, tomar um banho relaxante, manter a terapia em dia. A atividade não importa. O importante é se permitir pausar, priorizar suas necessidades para que você esteja bem para voltar para o turbilhão que é a nossa vida diária.
E você, já praticou o autocuidado hoje?




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